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sábado, 4 de abril de 2009

Me dá um abraço?

Você está sentado em sua mesa de trabalho um pouco triste ou precisando se animar e, de repente, dá aquela vontade de abraçar uma pessoa querida. Juro que sempre peço um abraço para quem está perto de mim, mas só àqueles que sei que realmente retribuirão o gesto com sinceridade. Entretanto, é muito comum ter um colega ao redor que olha a atitude com desdém, mesmo quando isto deveria ser totalmente normal.

Mas, afinal, o que há de errado em querer abraçar alguém ou em pedir um abraço? Diariamente pedem tantas coisas absurdas, por que não um abraço? O que há de diferente nisso, minha gente?

Definido por nosso querido Aurélio como ato de abraçar e de se estreitar nos braços de outrem, este gesto é muito mais que uma demonstração de carinho ou de educação. É a pura confirmação de que o ser humano precisa de contato com os seres de sua mesma espécie e necessita ter este momento de cumplicidade constantemente, não importa a situação pela qual está passando. Simbolicamente diria até que é uma forma de agradecimento por poder dividir o que você sente com alguém próximo, sem precisar dizer uma palavra.

Abraçar é algo mútuo e não depende só de nossos interesses individuais, é preciso que o outro também aceite o gesto, senão nada feito. Além de tudo isso mostra que não estamos sozinhos e que precisamos de conforto e proteção nos braços e no colo dos outros, não importa a idade.
Podem falar o que quiser, mas acredito nesta minha teoria absurda e não poupo ninguém: pai, mãe, namorado, cachorro, amigos... abraço todo mundo mesmo. E você, que leu este texto até o final, também pode sentir-se abraçado(a) por mim neste momento!