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sábado, 17 de julho de 2010

Sorria com intensidade

Inicio este breve comentário escrevendo que, com certeza, há alguma música que o(a) faz sorrir, não é? Pois  eu também tenho a minha canção predileta e que tem até um nome sugestivo: Smile like you mean it, da banda The Killers. 

E se você deseja saber o porquê desta minha escolha, digo-lhe que é por um motivo bem simples: não importa se os sonhos não são o que costumavam ser ou se algumas coisas pararam sem se importar, se você olhar para trás ou para frente verá que é impossível não perder a noção do tempo e das pessoas ao seu redor. Mesmo assim, a essência do que você é sempre continuará a ser a mesma.

Tudo bem que o seu jeito de ser ou agir até pode mudar enquanto se é jovem ou velho; terão pessoas que tentarão fazer isso contigo. Entretanto, você aprenderá, cedo ou tarde, que cada um deve seguir aquilo que acredita, sem se importar com a opinião alheia. É difícil, mas se aprende.

E se você não entendeu absolutamente nada do que eu escrevi, se acalme. Um dia você encotrará uma pessoa ou um motivo muito especial que o(a) ajudará a compreender tudo isso. E quando esse dia chegar, você sorrirá exatamente da forma que aquilo significar para você.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O início, o meio, o fim e o recomeço...

Só de ouvir o som da palavra início o coração já começa a bater mais acelerado, as pernas tremem e os braços parecem não responder aos estímulos que enviamos ao cérebro; a sensação é de um perfeito idiota tentando controlar um simples movimento, mesmo que seja um sorriso tímido. Diante da situação, o único jeito de saber se será bom ou ruim é seguindo em frente.

Passa um tempo e tudo parece se encaixar, o corpo volta a responder àqueles estímulos e surge a confiança para aproveitar o que a situação tem a oferecer, em seus altos e baixos. Quando isto ocorre quer dizer que se chegou ao meio, aquele ponto no qual nem tudo se realizou ou se mostrou em sua totalidade ou com toda a intensidade. É a fase da descoberta, dos pés firmes no chão.

Este momento, situado aproximadamente à mesma distância do começo e do final, é que esconde a questão mais perigosa: decidir adotar permanentemente o estável ou voltar à etapa do primeiro parágrafo. Caso a segunda opção seja a desejada, inicia-se então a caminhada ao ponto extremo.

O fim gera desconforto e é resultado do esgotamento e do encerramento daquilo que não serve mais para alguém. Mesmo que não haja mais motivos para prosseguir, mesmo que o ideal pareça ser o meio, o fim é inevitável e insensível. É a resposta real ao que parece ser incorreto e injusto, o melhor para um e o pior ao outro.

Doloroso e difícil de aceitar, o fim é caminho mais triste ao renascimento. O único que consegue ensinar o quão importante é a emoção do recomeço.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Ela, ele...

Ela acha que ele é uma gracinha há tempos, enquanto ele disfarçadamente tenta esconder seu enorme interesse por ela...
Ela fica totalmente sem jeito quando ele está por perto, enquanto ele se controla para não derrubar tudo e beijá-la ali mesmo, na frente de todos...
Ela aceita um convite para jantar, enquanto ele comemora a nova conquista...
Ela espera um anel de noivado, enquanto ele só pensa em fazer as coisas na hora certa...
Ela consegue a joia rara, enquanto ele procura um novo apartamento para os dois...
Ela quer dormir, enquanto ele ainda insiste em namorar...
Ela descobre o quão chatas são as manias dele, enquanto ele tenta não descobrir as dela...
Ela fica brava por ele nunca se lembrar do dia dos namorados, enquanto ele pensa que isso é uma bobagem e que a única coisa que importa é gostar tanto dela...