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quarta-feira, 20 de maio de 2009

O "claim" da questão...

O uso exacerbado de termos em english durante uma simples conversa tem me irritado muito ultimamente. Parece que é cada vez maior o número de pessoas que start up suas frases com palavrinhas americanizadas, transformando uma resposta rápida ou um comentário banal numa verdadeira stomach ache.

Não sei quem deu o kick off nesta modinha infernal de colocar palavras estrangeiras em tudo quanto é frase, mas aposto que metade dos cidadãos que as usam nem sabem ao certo o real significado que saem de suas bocas e nocauteiam os ouvidos alheios. Na verdade desconfio seriamente que estes indivíduos não imaginam o papel de loser que fazem na frente de todos, preferindo acreditar que são o máximo por usarem little words que só enfeitam discursos fracos e ideias sem nexo.

E se você é do tipo que usa termos estrangeiros em qualquer frase em português think twice, sweetheart! Deixe para usá-los à vontade numa aula de idiomas ou em conversas nas quais sejam indispensáveis, ou senão vai continuar pagando de stupid por aí...

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Quantas vezes você já sentiu idiota hoje?

Pelo dicionário, idiota é quem diz ou faz tolice, que sugere ou constitui idiotice e que tem comportamento idiota, resposta idiota. Seu antônimo é esperto. O fato é que esse adjetivo está presente no dia-a-dia de cada pessoa e, pelo menos para mim, é definido mais como um sentimento que me toma alma muitas vezes.

Ontem mesmo ao sair para trabalhar me senti assim, tão idiota. São aproximadamente 20 minutos de minha casa até o outro lado de Campinas, então a melhor forma de tornar esse tempo mais agradável é ouvir música. Até ai tudo bem, mas eu sou do tipo de pessoa que não se contenta em ouvir somente, preciso provar sei lá para quem que também sei cantar todas as músicas do CD, até porque ouço várias vezes a mesma canção. Quando o cantor pensa que pode gritar então, ai que solto a voz mesmo; horrível, porém tento cantar.

Já imaginou a cena? Tenho certeza que metade das pessoas que passam com seus carros ao meu lado pensam que sou louca, idiota mesmo. Olham com cara de que nunca fizeram aquilo e certamente me julgam por cantar tão freneticamente. Não importa, mesmo sabendo que meus dotes artísticos são bem fraquinhos e quase inexistentes, preciso tornar o caminho ao trabalho mais divertido, mesmo que nonsense.

Este não é o único momento do dia que me sinto idiota. Me sinto assim quando é impossível controlar o bocejo quando abrem aquele bocão, ou quando você faz isso no meio de um monte de gente, sem parar; quando fico desesperada se vejo uma lagartixa lá longe e tenho certeza que ela me perseguirá até a morte, insisto nisso. Também me sinto idiota quando faço algum comentário e vejo que perdi uma excelente oportunidade de ficar quieta, ou ainda quando alguém vem falar comigo animado e nem sequer lembro o nome da pessoa.

Além disso, posso dizer que me senti uma verdadeira idiota quando sai correndo para tirar uma foto com uma pessoa que admiro o trabalho, mas não deu certo e fiquei pagando de tiete, lá na frente de todo mundo...

Enfim, melhor terminar aqui para que este texto não fique ainda mais (como posso dizer?) idiota...