Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Que venha a sexta-feira!

Quando a semana é corrida e você nem consegue falar um simples "olá" para você mesmo(a) no espelho, a chegada da sexta-feira é um motivo de extrema felicidade, mesmo que haja mais trabalho no sábado. Pode ser até um pouco psicológico ou herança dos tempos da escola, mas de qualquer forma sempre é bom festejar a chegada de uma aguardada sexta-feira, mesmo quando ainda é uma quinta-feira. E para comemorar este dia da semana tão feliz, que nunca hesita em nos animar, nada melhor que uma música com nome e cara de sexta-feira! Com vocês,  The Cure com Friday I'm in love:



E se você achava que nada poderia ser melhor que uma sexta-feira, pode acreditar que essa música conseguiu tornar o impossível ainda melhor! Aproveite seu fim de semana! :)

sábado, 25 de dezembro de 2010

Não atire em mim, Papai Noel!

Todas as vezes que ouço esta música não consigo conter o riso, pois as canções de Natal que envolvem o bom velhinho sempre são tão deprimentes e esta realmente deve ser o que ele deseja fazer com essas crianças, que a cada dia ficam mais mal educadas. E é com esta melodia que lhe desejarei um excelente Natal e um próspero 2011, torcendo para que o Papai Noel também não atire em você: 

sábado, 17 de julho de 2010

Sorria com intensidade

Inicio este breve comentário escrevendo que, com certeza, há alguma música que o(a) faz sorrir, não é? Pois  eu também tenho a minha canção predileta e que tem até um nome sugestivo: Smile like you mean it, da banda The Killers. 

E se você deseja saber o porquê desta minha escolha, digo-lhe que é por um motivo bem simples: não importa se os sonhos não são o que costumavam ser ou se algumas coisas pararam sem se importar, se você olhar para trás ou para frente verá que é impossível não perder a noção do tempo e das pessoas ao seu redor. Mesmo assim, a essência do que você é sempre continuará a ser a mesma.

Tudo bem que o seu jeito de ser ou agir até pode mudar enquanto se é jovem ou velho; terão pessoas que tentarão fazer isso contigo. Entretanto, você aprenderá, cedo ou tarde, que cada um deve seguir aquilo que acredita, sem se importar com a opinião alheia. É difícil, mas se aprende.

E se você não entendeu absolutamente nada do que eu escrevi, se acalme. Um dia você encotrará uma pessoa ou um motivo muito especial que o(a) ajudará a compreender tudo isso. E quando esse dia chegar, você sorrirá exatamente da forma que aquilo significar para você.

domingo, 22 de novembro de 2009

Completamente arrasadores...


Domingo, 22 de novembro. 18h42. Estou de volta em casa após um fim de semana que planejei há tanto tempo. Mesmo após um dia do show do The Killers, banda que conheci, de fato, há um ano, os refrões, letras e acordes não param de tocar em minha mente. Realmente são matadores, sem trocadilhos.

Tudo foi perfeito e essa confirmação fica mais forte a cada momento. Queria ter aproveitado ainda mais que aproveitei, mas seria impossível. Meu amigo Anderson pode confirmar isso. Me diverti sem medo de ser reprimida ou vergonha de pular como uma louca, afinal era uma no meio de tantos...

A matéria escrita pela Mariana Tramontina, da Uol, reflete bem o que senti desde o momento que pisei na Chácara do Jockey, no início de uma noite chuvosa em São Paulo, até o último refrão de uma canção que muitos tocam no jogo Guitar Hero e nem sabem o quão é linda e emocionante ao vivo.

As músicas que se tornaram inesquecíveis e marcarão este dia tão especial para mim, caso queiram conhecer:

Human
This Is Your Life
Somebody Told Me
For Reasons Unknown
Bones
The World We Live In
Joy Ride
Bling (Confession of a King)
Smile Like You Mean It
Spaceman
A Dustland Fairytale
Read My Mind
Mr. Brightside
All These Things That I've Done
Jenny Was A Friend Of Mine
When You Were Young

Só faltou mesmo I can't stay, mas não faltarão oportunidades para ouvi-la. Quero vê-los sempre que possível. Quero meu sábado de volta!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Você tem medo de quê?

Tem gente que tem medo de errar em algum momento, medo de montanha-russa, medo de ver uma lagartixa enorme na escada, medo de ficar careca, medo de perder alguém especial e de filme de terror. Outros têm medo de não conseguir fazer determinada coisa, medo da mãe do amigo, medo de novas oportunidades, têm medo de sair da zona de conforto ou de dizer algumas verdades.

Na realidade não importa do que você sente medo, pois todos temos medo de muitas coisas, é natural...

Bem, tudo isso para dizer que esta música do Lenine, cantada com a participação de Julieta Venegas, é um resumo de muitos medos cotidianos. Entretanto, não há porque ter medo em escutá-la várias vezes...

sábado, 24 de janeiro de 2009

Vai uma bolacha aí?

Há uns 18 anos estava no sítio do antigo namorado da minha tia Renata e chegaram lá com um aparelho muito estranho e um disquinho pequeno, que mais parecia um espelhinho com várias cores engraçadas e um furo bem no meio. Ao saberem da novidade, umas pessoas que estavam no estúdio pararam a música, abriram a porta e foram falar sobre os novos objetos.

A novidade me foi apresentada como o futuro da música. Falavam que o disquinho estranho substituiria as grandes bolachas escuras que tocavam no aparelho de som da minha avó, que ficava na grande sala perto da rua. Diziam também que era muito mais duradouro, tinha um som limpo e nem era preciso limpar a agulha para escutá-lo, ela não seria necessária. Um deles chegou a dizer que era uma tendência e que as bolachas não teriam mais vez.

Nesta época eu passava bastante tempo na sala perto da rua, sempre acompanhada pelas músicas de um tal filme Philadelphia, pelo disco que tinha na capa uma criança triste e um U e 2 bem grandes e por um outro do Sérgio Reis, com a música Pinga ni min. Havia ainda o LP de uma mulher com uma voz inconfundível e pernas lindas, outro duplo com a música Águas de Março e um com um homem sem rosto na capa. Eram todos da minha tia, com exceção do disco do Sérgio Reis, e eu gostava de ficar naquela sala só ouvindo e dançando.

Muitos anos se passaram e, como me disseram, o CD realmente tomou conta de nossos lares, trazendo depois os diskmans, DVDs, pendrives e todos os MPs da vida. Mas hoje, entretanto, dei uma olhada na Livraria Cultura e eis que vejo mais ao fundo, na seção de música, uns velhos conhecidos. Surpresa, fui questionar o atendente se aqueles LPs eram algo comemorativo, mas a resposta não poderia ser mais familiar: “Que nada, vários artistas estão lançando seus álbuns em vinil, são considerados uma nova tendência...”.

Engraçado, acho que eu já tinha ouvido isto antes...

sábado, 10 de janeiro de 2009

Aquela canção...

Ao ouvir as primeiras notas você começa a lembrar-se do dia que tomou muita chuva, em uma tarde qualquer, e gostava de sentir o gelado das gotas escorrendo pelo rosto e por todo o corpo. Aquela água fria fazia com que você se sentisse vivo mesmo que, dias depois, muito resfriado.

Basta um novo acorde para que seu braço fique todo arrepiado. Sua barriga congela e você sente um leve calafrio na espinha. Até parece a sensação do seu primeiro beijo e não é o da época da escola, mas aquele quente, molhado, estranho e com gosto de descoberta, dado de surpresa por aquela pessoa que você nem esperava. É o mesmo arrepio que será buscado a cada novo beijo ganhado ou em novas bocas beijadas.

O ritmo passa a ditar o sentido aos movimentos e ao pensamento; é impossível não se deixar levar. Os olhos fecham e sua mente cria o cenário ideal para vivenciar aqueles versos cantados, que seguem cautelosamente o ritmo de cada instrumento e de cada batida. As endorfinas estão a todo vapor e o sorriso, mesmo que tímido, é inevitável e sincero.

Nos últimos arranjos você já começa a abrir os olhos, seus pensamentos podem novamente ser controlados e o frio na espinha vai embora. As endorfinas parecem diminuir sua atividade e o arrepio termina junto com a canção.

Existe alguma música que te faça sentir a mesma coisa?

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Vou comprar uma cartola...

Já vou logo avisando que este post é bem idiota, mas não pude deixar de escrevê-lo. Desde adolescente eu sempre quis saber o real motivo do Slash (guitarrista do Guns N' Roses) usar uma cartola e finalmente encontrei a resposta para esta dúvida juvenil!

Com certeza não mudará sua vida e é tão simples que chega a ser engraçada (pelo menos para mim): "fiquei contente quando descobri que afundando o meu novo acessório ao máximo possível na cabeça eu podia enxergar tudo, mas ninguém poderia me ver. Alguns podem dizer que um guitarrista se esconde atrás de seu instrumento, mas minha cartola era uma reconfortante barreira impenetrável adicional" (Slash, p.114, 2008).

Dá para perceber que ele encarava seu principal acessório como se fosse um escudo no qual ficava protegido, vendo tudo acontecer ao redor. No livro ele chega a dizer isso. Tudo bem que algumas substâncias o ajudaram a enxergá-la desta forma e muitas outras coisas, mas isto não vem ao caso.

Para dizer a verdade esta curiosidade só serviu para dizer que eu sempre quis ter uma cartola. Acho que foi até por causa dela que comecei a prestar mais atenção no Guns quando era adolescente...

Obs 1: eu disse que o post era estúpido!

Obs 2: aproveitando o gancho do Slash, vi essa charge sobre ele e morri de rir, vale a pena conferir. O material é do site Charges.com.br .

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Será que ele levou um dollar pelo menos?

Li esta notícia e não pude evitar. A capa (e o disco) 'Nevermind' do Nirvana é um marco na vida de muita gente, assim como The Unforgiven do Metallica, Under The Brigde do Red Hot e November Rain do Guns N' Roses, que tem o Slash tocando maravilhosamente no meio do nada. Caramba, acho que vou ter que mexer no meu armário depois! Só não quero ver aqueles shorts ridículos do Axl, não gostava nem naquela época...

Enfim, eu já ia mudar de assunto novamente, mas o principal deste post está aqui abaixo. A notícia é do site da Rolling Stone:

Bebê do Nirvana refaz capa
Aos 17 anos, Spencer Elden refaz capa de Nevermind, de 1991

Saiu nesta segunda-feira, no site da MTV norte-americana, uma foto atual de Spencer Elden, o "bebê do Nirvana". Em 1991, Spencer estampou a capa do disco Nevermind.Agora, aos 17 anos, o menino voltou a perseguir a nota de um dólar submerso numa piscina, só que de short.

Ao site da MTV, Elden resumiu: "É estranho pensar que tanta gente já me viu pelado - me sinto como a maior estrela pornô do mundo".A Rolling Stone EUA refez a capa em 2001, no aniversário de dez anos do disco.A Rolling Stone Brasil, em sua décima edição, parodiou a capa de Nevermind com Homer Simpson perseguindo uma rosquinha.

sábado, 13 de setembro de 2008

Por alguma razão não sei explicar...

Os sonhos são esquisitos, mas adoráveis. Eu constantemente sonho que estou em tantos lugares conversando com pessoas diferentes, dificilmente são pessoas conhecidas. Quando eu era adolescente já aconteceu de eu conversar muito com um cara várias vezes (parecia ser amigo de longa data) e muito tempo depois o vejo do nada na rua em outra cidade, que por acaso eu estava em excursão com o colégio e meus amigos. Não fui falar com ele, apenas fiquei paralizada e sem reação. Enfim, vai saber?

Mas sem dúvida nenhuma um dos mais estranhos que tive foi quando sonhei que estava no show do Coldplay, só que nem conhecia o trabalho dos caras (só Clocks) e nunca havia lido ou parado para escutar algo sobre eles. E lá estava eu, no meio da multidão cantando certinho músicas que nunca havia ouvido com pessoas que não conhecia a noite toda. Naquele dia acordei com tanta dor nas pernas e extremamente cansada, de tanto dançar e pular em um show de uma banda que só conhecia uma música, que tive que pesquisar sobre eles. Pergunte se hoje consigo parar de ouvi-los?

Há várias explicações sobre como interpretar estes sonhos, uns falam que nossa alma vai no lugar com aquelas pessoas que sonhamos, outros que são reflexo de nossos desejos mais absurdos. Há também os que definam como sendo brincadeiras de nossas mentes. Sei lá no que eu acredito, prefiro não levar à sério nenhuma dessas hipóteses. De qualquer forma, no caso do Coldplay, fiquei feliz por ter ido ao show na faixa...

Agora vou escutar novamente Viva la vida, música que dá nome ao quarto álbum deles (referência a uma obra de 1954, da artista mexicana Frida Kahlo). Uns dizem que eles são chatos, sinceramente não penso assim. Gosto bastante das batidas definidas, dos acordes, das letras e do piano, ah o piano!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Descobrindo The Police...

Eu nunca havia parado antes ouvir músicas do The Police, mesmo tendo trabalhado com duas pessoas fascinadas por eles. Aliás, um desses amigos canta excelentemente bem nas noites campineiras, com direito a cover da banda. Quem quiser um dia prestigiá-lo é só ver onde a Blackout! vai tocar, realmente são muito bons e os acompanho desde a época do Taxi Driver...

Voltando ao The Police, eu também nunca havia parado para prestar mais atenção nas músicas e arranjos, coisa que passei a fazer nos últimos tempos com mais calma. Acho que estou viciada neles e na Kate Nash, que também é fantástica. Se não conhece procure saber mais sobre ela, não vai se arrepender. Patrick Stump também merece uma busca no 'google.com', mas ignore as fofocas, atente-se apenas a parte de produção e a voz, são ótimas...

quinta-feira, 27 de março de 2008

Ouço mesmo sem medo de apertar repeat

Há coisa melhor do que chegar em casa e colocar para tocar aquela música que você simplesmente ama? Pelo menos para mim é uma das coisas mais divertidas que existem, ainda mais quando sou do tipo de pessoa que ouve sem parar mais de cem vezes o mesmo CD, aprende a cantar todas músicas (muitas vezes penso ser a própria rock star) e fico assim por meses.

Coloco repeat nas que são mais pesadas, não tenho um gosto musical exclusivo e, de jeito nenhum, vou parar de fazer isso. Sim, devo ser uma péssima vizinha, mas poderia ser pior se meu teclado estivesse funcionando, ou eu tentaria tirar as músicas de ouvido sem parar.

Bom, chega de falar besteira. Vou ouvir mais uma vez You’re crashing but you’re no wave, com muito prazer, pois a voz do Patrick Stump é simplesmente maravilhosa!