sexta-feira, 22 de junho de 2012

Somente para as mulheres...


Se você é homem já logo adianto e o aviso: não continue a ler este texto, pois escrevo hoje exclusivamente às mulheres e sobre algo que tenho certeza que já nasce conosco, que está no DNA feminino. Além do mais, é sobre um assunto que, quase sempre, é algo que não o interessa e realmente não quero que perca seu tempo. Agora, leitoras queridas (se houver mais que uma por aí), realmente se eu fosse vocês continuaria a ler este post até o fim, pois se o texto não lhe servir de nada e/ou se não for de seu agrado, prometo que, pelo menos, a dica de leitura será boa e proveitosa. 

Muito bem, chéries, agora vamos lá, vamos falar sobre aquilo que nos deixam ouriçadas e que, tenho certeza, desperta nossa atenção sempre (em umas mais e em outras menos, mas sempre desperta). Falo hoje sobre uma palavra curta, composta por 
duas sílabas - duas vogais com duas consoantes - e que parece sempre música boa aos nossos ouvidos: moda. Sim, senhoras e senhoritas, essa palavrinha mágica que mesmo sendo tão pequenina consegue transformar o nosso dia e ser motivo de inspiração para separamos um bendito "troquinho" - quando sobra do salário, é claro, pois sou pão dura assumida - para dedicar a ela no fim de cada santo mês. 

Aliás, o fato de querer compreendê-la melhor foi o que me incentivou a comprar no início deste mês um livro, que há tempos paquerava descaradamente nas prateleiras de qualquer livraria que ia: "A parisiense", de Ines de la Fressange. Para mim, ele nem deveria ser considerado um livro, mas um verdadeiro manual de instruções e sobrevivência às mulheres que, da mesma forma que esta que vos escreve, não entende as tendências, as cores, as padronagens, como combinar estampas e absolutamente nada disso!


Para começar, o livro tem uma linguagem tão bem humorada que já deixa o dia mais leve. Depois, as páginas são bem coloridas, são atrativas, têm conteúdo e a impressão da edição realmente está maravilhosa. Somando à parte física, Ines aborda o tema com tamanha facilidade que dá vontade de abraçá-la e de sair colocando em prática o que ela nos ensina. Juro que as dicas têm dado muito certo, que tenho aproveitado muito melhor o momento de me vestir para me divertir e já vejo as peças de roupa -  por aí e dentro do meu armário - com olhos mais carinhosos e seletivos. Inclusive, o livro reforça um conceito que norteia grande parte do que deveria ser levado em consideração nas decisões diárias de qualquer ser vivo: somente o necessário, o extraordinário é demais. Por isso, digo que esta leitura é obrigatória e nos deixa nas nuvens,  daqueles livros "não empresto de jeito algum!" 



E se você se interessou pelo livro, clique aqui para ler um trecho dele disponibilizado no site da Veja. Tenho certeza que não irá se arrepender! E às que precisam de uma ajuda diária para se inspirar e ver que se pode usar de tudo à la brasileira, tem o blog "Um ano sem Zara", que já acompanho há algum tempo e que sempre me surpreende em bom gosto, além de ser bem humorado. ;)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A verdadeira cena romântica...

Sei que o Dia dos Namorados é celebrado em 12 de junho. Também já sei que a data já passou e que não consigo fazer com que o romantismo seja uma característica pessoal. Sinceramente, nem ligo muito para este tipo de comemoração, mas não há como não ser envolvida indiretamente neste "climão" típico, que norteia as festividades comerciais e que paira sobre os coraçõezinhos que enfeitam as lojas por aí. Este "climão", aliás, tem feito com que ultimamente eu me lembre sempre de uma cena que, para esta pessoa que vos escreve, transparece o que realmente deveríamos celebrar no dia dos namorados: nada pode ser tão ruim assim quando temos a felicidade de compartilhar, lado a lado, momentos diversos com a pessoa amada. Nem que a pessoa que está ao seu lado no elevador tente matá-lo(a) - é isso mesmo - esta cena, que completa é bastante forte e dá até aflição, resume em gestos concretos o que o amor pode ser, em sua totalidade!    



sexta-feira, 18 de maio de 2012

Nossa trilha sonora de cada dia...

Já percebeu que às vezes - no meu caso, todos os dias - vários momentos vividos na rotina diária ganham uma trilha sonora especial e pessoal, até não dividida por ficar somente no pensamento, com músicas que decidem tomar conta de nossas mentes do nascer ao por do sol ou até mesmo no decorrer na semana? Pode ser aquele maledeto "tchereretchetche", aquela canção da galinha magricela (sim, aquela mesmo que bota um, que bota dois e que bota três...) ou, ainda, aquela musiquinha gostosinha que toca na rádio e que você nem lembra a letra e nem sabe de qual banda é.

Não importa, o ser humano tem esse incrível dom de assimilar a música com vivências e mesclar experiências com ritmos e letras, que casam exatamente com cada situação. E com base neste breve comentário, digo que hoje estou bem assim, igual a música da Mallu Magalhães. Confesso que não me simpatizo muito com ela, mas esta canção realmente me conquistou e até me inspirou na escolha do vermelho para a cor do meu batom hoje! Espero não estar ficando louca...



segunda-feira, 12 de março de 2012

Mulher mais clássica que isso não deve ser possível...

Agora são exatamente 22h29. Na TV Globo acabou de começar aquela porcaria do Big Brother, no canal do Silvio Santos o rato faz a festa e na Bandeirantes o CQC mostra a escalada aos telespectadores, chamando à presença do Pânico. Contudo, a programação da televisão brasileira - graças a Deus - não é o motivo deste pequeno relato, caro leitor, até porque há muito tempo a deixei para lá. Peguei emprestado o computador da minha mãe, neste  horário no qual eu geralmente já estaria entregue às maravilhas do sono profundo,  porque não pude conter a satisfação de realmente desfrutar de um um momento único e que celebra a feminilidade escondida ou aflorada em cada uma das mulheres que habitam este mundão a fora. 

E olha que não estou falando de ter comido um baita pedaço de chocolate ou uma bela trufa de maracujá na semana que antecede à famosa e temida TPM. Refiro-me, na realidade, ao melhor filme típico de mulherzinha que já vi. Juro que nunca pensei que poderia existir uma exemplificação tão fiel e que conseguisse reunir todo o tipo de mulher existente em apenas uma, nem mesmo na definição contida em qualquer dicionário. Mas, para minha grata surpresa, o que parecia ser impossível está registrado em uma película de 1961, por meio da mais que maravilhosa Audrey Hepburn, no "Breakfast at Tiffany's" ou, simplesmente, "Bonequinha de Luxo".


Não sei como só pude vê-lo apenas com 27 anos de existência neste planeta, pois deveria ser um manual de entendimento da própria personalidade feminina e pedido como item obrigatório na lista de material escolar lá na pré-escola. Deveria estar na base curricular da educação infantil, ser exibido nas salas de aula como um manual, com utilidades significativas às mulheres e também aos homens. 

Duvido que exista outra uma personagem por aí que em tanto exemplifique as diferentes fases e faces de um ser complexo tal como somos nós, criaturas do sexo feminino. Demonstra como podemos ser tudo e nada ao mesmo tempo, somatiza nossos piores defeitos às melhores qualidades. É o ser  a eterna poderosa sem deixar de ser indecisa, corajosa, desastrada, engraçada, insegura, caipira e desmedida, tudo ao mesmo tempo. É ser mulher, mulher mesmo, em seus melhores e piores dias! 


E agora que eu já falei, conseguirei ir dormir feliz da vida, pois consegui acalmar a mulherzinha ansiosa que habita este meu ser. Nada poderia ser mais clássico que isso... 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O eterno orgulho da mãe...

Semaninha brava, conturbada e amarga a passada, daquelas que deveriam cair no esquecimento. Mas quando, caro(a) leitor(a), pensei que tudo o que estava ruim poderia piorar ainda mais, surgiu um motivo que ofuscaria todos os problemas daqueles dias anteriores e os transformariam em algo insignificante e do passado. Na verdade, foi apenas uma atitude somada a quatro pequenas palavras, separadas por uma vírgula, que transformaram a minha semana em algo que realmente valeu a pena. Deixe-me explicar melhor...

Sexta-feira, após às 18 horas e fazendo mais uma hora extra depois de dias desastrosos. Estava na reinauguração de uma escola pública, cheia de adolescentes e a cerimônia estava quase concluída, quando um menino de uns 13 anos, ao receber uma medalha pelo excelente desempenho que teve em uma olimpíada de matemática de abrangência nacional, olhou para a mãe dele e disse ali, na frente de muitos adolescentes: "Mãe, eu te amo!", mostrando-se bastante emocionado e depois a abrançando fortemente.

Sim, este simples fato que deveria ser corriqueiro - mas não é, sobretudo nos dias de hoje, que a honra e respeito ao pai e à mãe estão perdidos em meio à má educação da nova geração - fez as lágrimas se manifestarem imediatamente, tomando conta deste ser vivo que aqui vos escreve e que responde pelo nome de Gabriela. A típica mulherzinha que existe em cada ser feminino, na semana que antecede à TPM, surgiu em menos de um milésimo de segundo em mim por meio da simplicidade e carinho do garoto, que não teve vergonha de esconder sua felicidade e compartilhá-la com uma das pessoas que mais ama neste mundo. A mãe dele, é óbvio, não escondia o orgulho de ver o filho ali prosperando!

Sabe, com esta humilde e real atitude aquele menino conseguiu transformar tudo o que havia acontecido de ruim comigo na semaninha brava e me fez crer que ainda há salvação neste mundo. Muitos adolescentes que estavam ali - posso dizer, porque ouvi muito bem os cochichos - falaram "Que mico", "Que otário" ou "Que babaca", para ser leve, mas mal sabiam eles que os verdadeiros idiotas estavam ali observando e julgando (ou até invejando) uma atitude idônea e que, aposto, NÃO teriam capacidade de fazer o mesmo. Como é triste a inversão do que é realmente legal e dos valores que não deveriam ser perdidos.

E aquele menino, que deixou a vergonha típica da faixa etária de lado e comportou-se como um homem deveria agir verdadeiramente todos os dias de sua vida, com respeito, dignidade e com amor ao próximo; salvou a minha semana e minha credibilidade no ser humano. Diante disso, só desejo o melhor para ele e que seja mesmo o eterno orgulho de sua mãe...  

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Oração para todos os dias do ano...

Peço licença para São Francisco de Assis para compartilhar aqui uma das mais bonitas orações existentes e que diz exatamente aquilo que deveríamos fazer não apenas neste tempo de festas, mas em todos os dias do ano. Logicamente não existe prece mais linda que o Pai-Nosso, mas se esta oração fosse seguida dia após dia o mundo, sem dúvida, seria um local muito melhor para se viver:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.Onde houver ódio, que eu leve o amor; onde houver ofensa, que eu leve o perdão; onde houver discórdia, que eu leve a união; onde houver dúvida, que eu leve a fé; onde houver erro, que eu leve a verdade; onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver tristeza, que eu leve a alegria; onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó Mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado; compreender que ser compreendido,amar, que ser amado; pois é dando que se recebe; é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se nasce para a vida eterna.

Ao fim das belas palavras acima organizadas, aproveito para desejar àqueles que acreditam na celebração do nascimento da boa-nova e na verdade da vida um santo Natal e um próspero Ano-Novo. Aos que ainda se recusam a acreditar nesta verdade desejo mais, para que em 2012 sejam tocados pelo Espírito Santo e que sejam iluminados a crer em algo maravilhoso!


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Se ela dança, eu danço? Eu não teria tanta certeza assim...

Uma simples aula de dança pode ser, para muitos e muitas, um momento de fácil entretenimento e diversão. Para mim, contudo, fazer qualquer tipo de movimento corporal para acompanhar uma música ou um ritmo é um tipo de atividade ou de expressividade na qual realmente não levo jeito mesmo, definitivamente. Aliás, a minha relação com a dança sempre foi um tanto quanto traumática e uma coisa que até deveria ser analisada e estudada pela ciência, pois só com a ajuda de conhecimentos mais avançados ou com o auxílio da física e seus fundamentos seria possível explicar a minha total falta de similaridade com este tipo de atividade corporal.

Esta dificuldade, na verdade, remonta os tempos de infância, quando os coques e passos do balé me assustavam tanto quanto um filme do Freddy Krueger ou quando, já na adolescência, eu ia assistir aulas de jazz – todas as minhas amigas da época faziam, poxa – e me deparava com um monte de meninas tendo que aguentar a voz irritante e o jeito de orientar mal educado da professora. Juro que mesmo sabendo que elas encaravam aquilo como uma diversão sem fim eu via tal momento como um verdadeiro purgatório de sapatilhas.

Também não vou negar que tentei gostar de dança, juro que tentei. Frequentei aulas de dança de rua e até de axé. Até hesitei em escrever este último, por vergonha, mas foi uma tentativa desesperada de achar um tipo de ritmo com o qual o meu corpo se identificasse e, neste caso, graças a Deus que não tive êxito. Aquele negócio de “cima, embaixo, rebola a bundinha para lá e para cá” me fazia sentir uma pessoa com sérios problemas de compreensão da mensagem passada e a estética da recepção contida nas músicas deste tipo de repertório, já naquela época, criava um bloqueio artístico em minha mente, que não conseguia aceitar a mensagem ridícula passada e fazer um passo da dança que concordasse ao mesmo tempo com aquilo que era dito. Muito para a minha cabeça.  

Mas dizem por aí que brasileiro não desiste nunca e eu, como uma brasileira legitimamente otimista, ignorei as experiências passadas e comecei há duas semanas a fazer aulas de “ritmos calientes”. Está uma maravilha: quando todo mundo está na direita estou na esquerda e vice-versa, se a professora diz “sensualidade no passo” eu mais pareço uma garça anã manca, porém continuo firme mesmo vendo minhas colegas de turma abismadas com a minha total falta de compassamento, se é que esta palavra existe (e acabei de ver que ela está no dicionário, ufa!). Vamos ver até quando isso vai durar...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Quando o ruim está bom e o bom está ruim...

O dia está lindo lá fora. O céu está claro, os pássaros cantam, as flores enchem os olhos e enquanto todo mundo está lá, contemplando e dizendo em voz alta as maravilhas de um dia realmente bonito, lá vem um "Dito" - ou uma "Dita" - e já começa a colocar defeito em tudo: eu acho que está muito quente, o céu está claro demais, porque na minha opinião eu já vi dias mais bonitos que este (...) bem que hoje poderia estar um pouco mais frio, porque eu penso que dias mais frios e escuros são mais legais... e por aí vai um longo discurso que, na maior parte das vezes, chega no limite da redundância e da chatice, daqueles feitos sem critérios e - o pior - que não tem fim.

Com certeza você, leitor, conhece alguém com este perfil. Esta pessoa pode ser o seu vizinho, seu ex-marido ou namorado, seu ou sua colega de trabalho, sua namorada ou esposa durante a época da Tensão Pré-Menstrual - a famosa TPM - ou em todos os dias da vida dela, o pintor da sua obra,  a faxineira do seu escritório, o tiozinho da fila do banco ou da padaria. Enfim, há inúmeros seres humanos que adoram ser do contra em qualquer lugar e a qualquer hora, simplesmente porque sentem prazer em discordar de tudo, até daquilo que eles mesmos concordam. 

Notem, por favor, que não critico o fato de cada ser humano poder ter sua opinião sobre determinado assunto, sobretudo em um grupo em que os demais podem não aceitar o ponto de vista apresentado; mas falo sobre gente que adora ser contrária em qualquer situação, única e exclusivamente por ser e não por acreditar naquilo que diz ou pensa. Ainda não consigo compreender, sinceramente, como há pessoas que conseguem ter prazer ou tem a necessidade de achar que algo está bom quando todo mundo diz que está ruim e vice-versa, principalmente quando a ideia inicial do bate-papo não parte de sua mente contrária até ao contrário. Ser do contra, às vezes, é muito bom; já sempre é desnecessário e forçado.

Se o uso exagerado desta característica pode ser um reflexo da falta personalidade do cidadão ou a demonstração de sua insegurança e da escassez de suas próprias opiniões não sei responder. Aliás, melhor nem iniciar este tipo de discussão, pois quem é do contra nunca iria concordar até que alguém discordasse. Prefiro evitar mais um discurso sem fim...

Crédito da imagem: personagem "Do Contra", da Turma da Mônica.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Dispenso o cravo, só fico com a canela...

Às meninas e mulheres quem levam em seu registro de identidade o mesmo nome que o meu nem é preciso explicar, pois esta situação é extremamente comum. Basta o simples fato de conhecer ou ser apresentada a uma nova pessoa que logo após os cumprimentos educados iniciais e a troca das “graças” lá vem a piadinha que nunca sairá de moda: “Gabriela, cravo e canela?”.

Pois é, pode até parecer simpático à primeira vista. Contudo, imagine-se ouvindo este comentário espirituoso durante toda a sua infância e, ainda no ápice do período infanto-juvenil, descobrir que o bendito referenciava uma obra literária regionalista muito famosa de Jorge Amado, traduzida para aproximadamente 15 idiomas e que abordava – dizendo isso de maneira muito superficial e sem uma análise abrangentemente literária – o ciclo do cacau, com seus coronéis, prostitutas e todo tipo de 71.

Até aí tudo bem vai, que exagero o meu. Entretanto, para incrementar um pouco, agora some o “Gabriela, cravo e canela” ao irônico “Também sobe no telhado?”. Ingênuo, talvez, mas não quando se refere a uma cena exibida numa série televisiva feita por uma atriz entre as mais polêmicas das décadas de 70 e 80. Encarnando a personagem que dá nome à obra, a bendita Gabriela do Amado, sobe no telhado sem calcinha para pegar uma pipa. Pronto, o estrago pré-adolescente estava consumado e as piadinhas pareciam se tornar eternas cada vez que uma bola, uma pipa ou qualquer coisa caísse no telhado perto de mim. Piada pronta, brasileiro adora independentemente de sua faixa etária.

Apesar de todo esse meu trauma ultrapassado com a dita personagem – porque ela tinha que ter meu nome ou eu o dela? – os segundos comentários que acompanhavam o “cravo e canela” cessaram com o passar dos anos e passei muitas luas sem ouvi-los, até que esta semana chegasse. Tudo bem vai, a Gabriela que dá nome à obra pode até ser sinônimo de vitalidade e reunir animação, beleza e despertar por sua feminilidade aguçada (vamos dizer assim) a fúria e inveja de outras mulheres, porém eu sinceramente nunca gostei desta associação lógica e destas piadinhas. Continuo a dispensá-las, mesmo com minha paciência e bom humor para escutá-las novamente em dia. Abro mão do cravo, dos comentários e fico apenas com a canela, no café ou na balinha...

Crédito da imagem: divulgação no Google.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Que venha a sexta-feira!

Quando a semana é corrida e você nem consegue falar um simples "olá" para você mesmo(a) no espelho, a chegada da sexta-feira é um motivo de extrema felicidade, mesmo que haja mais trabalho no sábado. Pode ser até um pouco psicológico ou herança dos tempos da escola, mas de qualquer forma sempre é bom festejar a chegada de uma aguardada sexta-feira, mesmo quando ainda é uma quinta-feira. E para comemorar este dia da semana tão feliz, que nunca hesita em nos animar, nada melhor que uma música com nome e cara de sexta-feira! Com vocês,  The Cure com Friday I'm in love:



E se você achava que nada poderia ser melhor que uma sexta-feira, pode acreditar que essa música conseguiu tornar o impossível ainda melhor! Aproveite seu fim de semana! :)